Infraestrutura blockchain industrial para a era pós-quântica. Combina a segurança comprovada de curvas elípticas (Secp256k1) com algoritmos baseados em reticulados homologados pelo NIST (Falcon-512 / FIPS 206 e ML-DSA-65 / FIPS 204) em envelopes híbridos de Portão-E com Strong Binding. Operada sobre o motor de estado Bonsai Turbo O(1) e acelerada pelo Sequenciador de Camada 2 JAMII Quantum Leap.
Maturidade industrial consolidada em Setembro/2026 com Falcon-512 nativo em C (FIPS 206), toolchain Zig multiplataforma, emaranhamento de contas e a especificação do Sequenciador Quantum Leap.
Eliminação total de stubs e mocks. Integração do código oficial em C (github.com/algorand/falcon) com padrão NIST FIPS 206, gerando assinaturas ultra-compactas de 666 bytes e verificação em < 0.48 ms.
Compromisso Bi-Polar dual (QuantumEntanglement) de 20 bytes gravado no StateDB (jamiiAccount). Impede em nível de protocolo a injeção indevida de chaves PQC e sequestro de contas 0x legadas.
Sequenciador Soberano de Camada 2 com soft finality em ~10ms (porta :8546). Validação obrigatória do Portão-E em cada TX e liquidação em tempo constante O(1) na Verkle Tree da L1.
Rotação on-chain de identidades PQC via smart contract ValidatorRegistry.sol. O chassi do nó captura eventos EVM e atualiza a chave privada do consenso IBFT 2.0 em RAM sem reiniciar o processo.
Premissa soberana inegociável: allowClassicalTransactions: false ativado por padrão. Transações puramente clássicas sem componente pós-quântico são rejeitadas sumariamente no Ingress e no bloco.
Cross-compilação CGO universal e limpa para Windows AMD64, Linux AMD64 e Linux ARM64 a partir de uma única estação de trabalho com zig cc, garantindo reprodutibilidade binária absoluta.
Inovações arquiteturais desenvolvidas para garantir escalabilidade global, resiliência quântica incondicional e I/O de milissegundos.
Um único payload de 20 bytes mapeia para a mesma conta no World State, servindo de forma unificada tanto a endereços clássicos Ethereum (0x...) quanto soberanos (jamii1...). O Emaranhamento Quântico amarra imutavelmente as chaves clássica e PQC através de compromisso Bi-Polar, garantindo Zero-Migration UX com blindagem contra ataques de impersonação.
Elimina a tradicional descida de árvore ($O(\log N)$ acessos a disco). O Jamii implementa o Bonsai Turbo sobre o PebbleDB em Go puro, assegurando acesso a contas e saldos em tempo constante $O(1)$ em RAM/LSM-Tree, relegando o cálculo e a escrita de raiz criptográfica para o segundo plano.
A assinatura é estruturada em envelope auto-descritivo (0x02). A transação só é válida se ambas as chaves aprovarem a mensagem vinculada com separação de domínio: BoundMessage = Keccak256(Msg || TradPK || QuantPK). Nenhuma transação puramente clássica é aceita por padrão.
A rede suporta paralelamente múltiplos algoritmos pós-quânticos padronizados pelo NIST: Falcon-512 (FIPS 206, alta densidade e assinaturas de 666 bytes) e ML-DSA-65 (FIPS 204 / Dilithium L3), permitindo transição e convivência fluida entre esquemas.
Suporte nativo a Verkle Tree com compromissos polinomiais IPA/Bandersnatch e SMT (Sparse Merkle Trie). A computação de provas e subárvores é paralelizada via semáforos e goroutines, explorando 100% dos núcleos de CPU disponíveis.
Redução de 81% no tráfego de rede P2P (DTS Engine). Blocos com milhares de transações trafegam identificadores compactos de 6 bytes (3 iniciais + 3 finais), permitindo que o bloco chegue antes do sinal de votação do consenso IBFT 2.0.
A Camada 2 Soberana projetada para desbloquear milhares de transações por segundo com latência em milissegundos e liquidação determinística O(1) na Verkle Tree da Camada 1.
Enquanto a verificação criptográfica PQC na Jamii L1 consome microssegundos, a gravação de estado no disco (PebbleDB) para milhares de transações individuais representa o limite físico de I/O. Propagar centenas de milhares de assinaturas volumosas satura a banda P2P e incha o banco de dados. O JAMII Quantum Leap atua como a camada de execução de alta velocidade: processa micro-operações em memória, valida o Portão-E em cada requisição e ancora lotes inteiros de 500 a 1.000 transações na L1 através de uma única transação em tempo constante O(1) na Verkle Tree.
A Teoria da Redução Mínima de Hipóteses (Dan Boneh & Marcos Simplício) e a simbiose entre XMSS e SLH-DSA no ecossistema Jamii.
Qualquer assinatura digital pós-quântica (seja Falcon ou ML-DSA) já depende obrigatoriamente de uma função de hash para resumir a mensagem com separação de domínio: d = Hash(Context || Randomness || M). Portanto, a segurança de qualquer rede PQC já confia cegamente na resistência quântica do próprio hash. Esquemas puramente baseados em hash (HBS) eliminam hipóteses algébricas de reticulados, reduzindo as suposições matemáticas ao menor nível possível. O único ataque conhecido contra hashes de 256 bits é o algoritmo quântico de Grover (que ainda requer 2¹²⁸ operações, termodinamicamente inalcançável).
O XMSS (Stateful) produz assinaturas ultra-compactas (~1,6 KB), mas o reuso acidental de contador destrói a chave privada, tornando-o perigoso para carteiras comuns de usuários. O SLH-DSA (Stateless) não possui estado, mas gera assinaturas de ~7,8 KB que causariam saturação em redes L1. A Jamii resolve o paradoxo dividindo os papéis: usuários assinam na L2 com SLH-DSA compacto (sem risco de dessincronia), enquanto o Sequenciador e os Validadores L1 assinam lotes e votos de consenso com XMSS (infraestrutura servidora transacional dedicada).
A Verkle Tree depende intrinsecamente de curvas elípticas homomórficas (como Bandersnatch) e compromissos polinomiais (IPA/KZG) para calcular seus nós em $O(1)$. Como toda curva elíptica é quebrável em tempo polinomial pelo Algoritmo de Shor em computadores quânticos, utilizar Verkle Tree dentro de uma assinatura PQC baseada em hash destruiria instantaneamente sua imunidade quântica. A árvore de Ralph Merkle permanece insubstituível na assinatura HBS porque baseia-se unicamente em funções de hash.
No esquema HBS (XMSS e SLH-DSA), cada folha na base da árvore contém uma chave WOTS+ de uso estritamente único. Ao assinar uma transação, aquela folha específica é queimada permanentemente para evitar vazamento dos segredos intermediários. A transação seguinte é obrigatoriamente assinada pela folha subsequente, cujo caminho de nós vizinhos até a raiz pública é inteiramente diferente. A prova Merkle dinâmica é o mecanismo matemático que garante a unicidade e a inviolabilidade da chave.
Resultados auditados em rede física de validadores sob flood massivo contínuo (67.000+ transações acumuladas), avaliando o algoritmo Falcon-512 homologado em C e ML-DSA-65 no consenso.
| Dimensão Arquitetural | Falcon-512 (NIST FIPS 206) | ML-DSA-65 (NIST FIPS 204) | Secp256k1 (Legado Clássico) |
|---|---|---|---|
| Resistência Quântica | NIST Nível 1 (Homologado) | NIST Nível 3 (Homologado) | Nula (Quebrável por Shor) |
| Throughput L1 Sustentado | 120.9 TPS (Super Carga) | 94.8 TPS | ~15 TPS (Ethereum Base L1) |
| Pico de Ingress RPC | 351 req/s | 280 req/s | ~100 req/s |
| Tamanho da Assinatura | 666 bytes (~80% de redução) | 3.309 bytes | 65 bytes |
| Tamanho da Chave Pública | 897 bytes | 1.952 bytes | 33 bytes / 64 bytes |
| Latência de Verificação | 285 µs a 480 µs (< 0.5 ms) | 380 µs a 540 µs | ~60 µs |
| Footprint Médio por TX | ~1.6 KB / TX (Alta densidade) | ~4.2 KB / TX | ~0.3 KB / TX |
| Consenso DTS IBFT 2.0 | < 100ms (Votação e Quórum) | < 100ms | > 500ms |
| Cadência de Bloco (Pacing) | 3.0s a 3.1s (Homogênea) | 3.0s a 3.1s | 12.0s (Ethereum) |
Do intervalo físico de 3.0s de cada bloco, o processamento de consenso, execução EVM e persistência PebbleDB consomem aproximadamente 100ms a 180ms. O restante representa tempo de pacing ocioso, garantindo que mesmo sob estresse severo os nós operem sem perda de pacotes ou saturação de CPU.
O Watchdog emite sinais de status a cada 5 segundos. Caso algum validador oscile, as tabelas de quórum se autorregulam dinamicamente sem gerar bifurcações, mantendo 100% dos blocos finalizados em Round 0.
Acesse as especificações técnicas detalhadas, artigos criptográficos e memoriais de arquitetura do ecossistema Jamii.
Gere sua identidade soberana, inicialize validadores ou implante os containers oficiais.
Gere a identidade criptográfica híbrida (Secp256k1 + Falcon-512 ou ML-DSA-65). O comando deriva automaticamente o mnemônico de 12 palavras (BIP-39/BIP-44) para recuperação segura:
# Gera identidade padrão com Falcon-512 (FIPS 206 / alta densidade)
jamii keygen --algo Falcon512 --datadir ./data
# Ou com ML-DSA-65 (NIST FIPS 204 / Dilithium Nível 3)
jamii keygen --algo MLDSA65 --datadir ./data
# Rotação on-chain de identidade PQC (atualização transparente no consenso)
jamii rotate --datadir ./data
Inicie o nó validador com o motor IBFT 2.0, DTS P2P e servidor JSON-RPC:
# Inicialização do nó validador com RPC padrão (:8545)
jamii start --datadir ./data --config ./config.yaml
# Inicialização com rastreador detalhado de opcodes da EVM ativado
jamii start --datadir ./data --config ./config.yaml --enable-vm-tracer
docker run \
--name jamii-node \
-v ./config.yaml:/config.yaml:ro \
-v ./genesis.json:/genesis.json:ro \
-v ./peers.json:/peers.json:ro \
-v ./datadir:/datadir \
-p 8545:8545 \
-p 30303:30303 \
-p 42000:42000 \
-d magnoabreu/jamii-node:0.1.0-alpha
docker run \
--name jamii-archiver \
-v ./config.yaml:/config.yaml:ro \
-v ./genesis.json:/genesis.json:ro \
-v ./peers.json:/peers.json:ro \
-v ./datadir:/datadir \
-p 8556:8556 \
-p 30310:30310 \
-p 42020:42020 \
-d magnoabreu/jamii-archiver:0.1.0-alpha